Hora dos últimos games que pretendo jogar com o Playstation move: House of the Dead 3 e 4 (PS3). E revisitando um clássico em Halo: Combat Evolved Aniversary (XBox 360)
Na tentativa de tirar poeira do meu Playstation Move resolvi ressuscitar (que trocadilho escroto) os antigos games da série House of the Dead relançados para PS3. Embora o terceiro game da série tenha gráficos super datados e seja extremamente curto, o ritmo do game ainda segura a diversão até o fim.
A jogabilidade é super simples, sem armas extras ou ataques especiais; apenas aponte, atire e recarregue a arma. Há a opção de traçar seu próprio caminho pelas fases – o que aumenta a vida útil do jogo – mas o maior atrativo é tentar terminar o desafio com o mínimo de continues possível. Um desafio que o apelativo chefe final (com um design ridículo que sequer parece fazer parte de um game de zumbis) vai fazer questão de tornar uma tarefa árdua.
Pra quem procura uma diversão rápida com o pirulito da Sony essa é uma das poucas opções que ainda valem a conferida.
E depois de decidir me livrar do Playstation Move (adeus pirulito semi-inútil!), resolvi escolher um game pra saideira. E nada melhor pra continuar no ritmo dos zumbis de House of the Dead 3 que experimentar pela primeira vez o quarto título da série.
Com um ritmo bem mais frenético que no terceiro game, aqui há mais inimigos na tela e visuais bem mais detalhados. Não que eles sejam muito bonitos, mas parecem (diferente do game anterior) compatíveis com essa geração de consoles. A série continua oferecendo caminhos diferentes ao longo da jornada, mas infelizmente o design geral das fases não é tão divertido quanto em HotD3.
A adição de granadas e uma arma com mais tiros por segundo são adições bem vindas, mas recarregar a arma sacudindo o controle não foi uma boa idéia. No geral, é um jogo válido apenas pra quem encarou o terceiro game e está sedento por mais.
Dez anos depois, Halo: Combat Evolved volta a mostrar o motivo dessa ser minha série predileta de shooters. Com áreas abertas que funcionam como arenas gigantes e veículos que permitem um campo de batalha de proporções épicas, o jogo é extremamente imersivo e viciante.
A edição de aniversário mudou pouco em relação ao original, trazendo a opção de trocar a qualquer momento o visual (entre original e a versão atualizada), terminais com vídeos escondidos, e uma interação com o microfone do Kinect para escanear elementos do game. A jogabilidade está intacta, e continua excelente mesmo 10 anos depois do lançamento. O comportamento dos inimigos em batalha e o design de cada capítulo garante que, mesmo quando repetitivas, as batalhas nunca cansem.
Mesmo para quem jogou o game original ainda vale conferir a versão atualizada, especialmente pela melhoria gráfica. Pra quem tem um XBox e não conferiu, essa é a melhor hora pra checar a origem da série. E pra quem nào tem um XBox360, bom… essa série foi o motivo de eu ter comprado um.









Dificilmente vou tocar em um desses jogos.